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Como as soft skills ajudam a empresa e o trabalhador na era pós-covid.

A pandemia do Covid abalou o mundo inteiro e trouxe mudanças inimagináveis para empresas e para trabalhadores. A digitalização das empresas, segundo pesquisa da consultoria McKinsey, ocorreu a taxas de 20 a 25 vezes mais rápido do que poderia ser considerado possível. Por exemplo, um grande varejista desenvolveu um negócio de distribuição em dois dias, sendo que o seu plano pré-pandêmico previa um lançamento de 18 meses. Setores, como telemedicina, que antes andavam de uma forma mais lenta, aceleraram, forçando o uso de novas tecnologias tanto pelas empresas de saúde como pelos pacientes usuários. A digitalização bancária explodiu e hoje transferências via Pix, por exemplo, já entraram na rotina e no hábito dos usuários. As empresas que já estavam partindo para um modelo digital de seus processos, e usando das ferramentas digitais para distribuição dos seus produtos, conseguiram atravessar o abismo pandêmico com menos dificuldades, ao contrário daqueles que não conseguiram suportar a mudança.

Para o trabalhador a mudança também foi impactante. Alguns não tiveram a sorte de migrar para modelos híbridos e infelizmente perderam os seus empregos e aqueles que tiveram a chance de continuar trabalhando de casa, tiveram que enfrentar a adaptação para modelos de trabalho remotos, isolados, com o incremento das reuniões por vídeo e tendo o autogerenciamento como ponto de partida.

Aquele que busca novas oportunidades resta a requalificação para novos setores e para os que ficaram o retreinamento constante de novas habilidades e novas ferramentas. Para as empresas fica o desafio de preparar a sua força de trabalho devido ao aumento da automação e digitalização. Segudo pesquisa da McKinsey, 62% dos executivos acreditam que precisarão retreinar ou substituir mais de um quarto de sua força de trabalho entre agora e 2023. É unanimidade entre os executivos destas empresas a necessidade urgente de repensar e reorganizar seu papel para ajudar os trabalhadores a desenvolver as habilidades certas para uma economia em rápida mudança.

Neste contexto, ações governamentais também precisarão ser estruturadas, currículos de escolas e universidades readaptados para enfrentar a nova realidade. Investir em capital humano é uma forma a permitir uma onda de “empreendedorismo” para difundir tecnologia para empresas de todos os tamanhos e que podem criar um ciclo virtuoso de crescimento do emprego, aumento do consumo e aumento da produtividade, conclui a pesquisa McKinsey. Exemplos já acontecem com o Programa Cocreation Lab, de Florianópolis, uma pré-incubadora de ideias, com custo zero para os participantes, e que incentiva a criação e execução de novos projetos empreendedores. O Programa Floripa Mais Empregos também atua na requalificação e na busca de novas oportunidades para quem está fora do mercado.

E é neste contexto todo que entra a necessidade mais do que principal de trabalhar as atitudes, comportamentos e mentalidade dos profissionais que estão empregados, daqueles que pretendem encontrar novas posições ou daqueles que irão encarar o incrível mundo e cheio de oportunidades do empreendedorismo. Trabalho que passa obrigatoriamente pelo desenvolvimento das soft skills, as competências comportamentais e exclusivamente humanas. É um trabalho que se contrói passo a passo, mas que pode trazer resultados excelentes para o seu negócio.

A primeira etapa é conhecer as soft skills do seu time, conectá-las com as estratégias de crescimento da sua empresa e, depois, de uma forma bastante inteligente, requalificar a sua equipe, etapa que poderá ser explorada pela ferramenta da Perfil PSK, que consegue de forma funcional e simples, mapear 10 habilidades comportamentais mais importantes para o trabalho, entre elas adaptalidade, inteligência emocional, mediação de conflitos e liderança. Se você quiser vencer na era da automação e digitalização, primeiro e obrigatoriamente, terá que desenvolver as competências humanas. E, para isso, terá que conhecer qual é o nível das suas equipes.

Conheça a ferramenta da Perfil PSK e veja de que forma ela pode agregar ao seu time de desenvolvimento pessoal.

No próximo post traremos um case real de uma empresa que começou a usar a ferramenta no pré-covid e obteve resultados excelentes no gerenciamento do fator emocional das equipes durante a pandemia.

Este texto foi escrito por Cristyano Luis von Dentz um dos fundadores da Perfil PSK. 02 de Setembro de 2021. Se você gostou, enviei seu comentário.